Bokay

Lusitânia

de: Almeida Faria

Sinopse

“Na noite de 12 de Fevereiro de 1912, na sua casa em Espinho, suicidava-se com um tiro de pistola o escritor Manuel Laranjeira, que convivera com alguns dos artistas mais notáveis da sua geração e do seu tempo, como Amadeu de Sousa Cardoso, Teixeira de Pascoaes, António Patrício, António Carneiro e João de Barros, num diálogo vivo. À medida que lemos as linhas convulsionadas do seu diário, surge no nosso pensamento, ressuscitado das brumas espessas dessa praia do norte, uma figura indecisa, mal caracterizada que amamos e detestamos como tudo o que há de muito profundo em nós. Poderia ter sido um mito vivo, espécie de “escritor maldito”, caseiro, não fosse ter-se suicidado num país que prefere alimentar o seu imaginário de desajeitadas sombras políticas.”

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Páginas amareladas. 241 págs.

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