Bokay

Estudos Sobre o Século XVI

de: Américo da Costa Ramalho

Sinopse

«O Prof. Costa Ramalho é um fino investigador e devassador de arquivos, além de ser um conhecedor exímio da cultura greco-latina. Um dos seus grandes méritos está em ter provado que a data da introdução do humanismo em Portugal deveria ser recuada e fixada em 1485, ano em que chegou ao nosso país o humanista siciliano Cataldo Parísio, chamado por D. João II para mestre de latinidade do bastardo D. Jorge. Nos Estudos sobre a Época do Renascimento (Coimbra, 1969) demonstrou o A. convincentemente a sua tese, e a ela volta agora no presente volume, onde estende a pesquisa à questão do ensino das humanidades, que tem as cartas em latim do humanista, dirigidas a um amplo círculo da nobreza lusitana, como fonte documental. Por essas epístolas se vê a área social em que penetra Cataldo e se pode ajuizar ainda não só do nível de difusão dos autores latinos nesse meio culto e aristocrático como também do efeito da diatribe travada em torno dos métodos gramaticais, que estavam então em voga para o ensino da língua».
« (…) é lícito adoptar, no estudo da introdução do humanismo em Portugal, uma perspectivação criticamente diferente daquela que costuma seguir-se para a análise do humanismo noutros países. E esse é o critério escolhido por Costa Ramalho, cuja investigação, desenvolvida em mais de uma década de labor contínuo, constitui um magnífico contributo para a definição de fronteiras que cabem ao nosso humanismo, encarado pelo prisma do seu relativismo cultural. Deste modo o rol de correcções, emendas, e fixação de pontos obscuros ou controversos, os esclarecimentos de natureza biobibliográfica e onomástica, que se encontram no presente volume, é deveras impressionante. O A. acerta definitivamente o nome de Cataldo e de Lúcio A. de Resende; desfaz o mito da ignorância do latim de Gil Vicente; identifica Britonius como sendo Girolamo Britonio e não Jerónimo de Brito; precisa a idade de João Rodrigues de Sá de Meneses; prova que Diogo de Teive ainda vivia em 1569; demonstra que Aquiles Estaço esteve em África e no Brasil e nunca na Ásia; e revela-nos ecos erasmianos num manuscrito latino inédito de Pedro Sanches.
Estamos, porém, muito longe de ter abrangido nesta rápida súmula toda a gama de informação e saber que a presente obra nos oferece. Ela é, na verdade, um manual indispensável para todo o estudioso e curioso da nossa cultura, incitando-nos a uma reflexão séria e fecunda sobre as origens do nosso destino e da nossa identidade mental no conjunto das nações que formam a Europa.» por Luís de Sousa Rebelo

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Condição dos Exemplares Disponíveis

Características
Mínimas marcas de manuseamento. Leve sujidade no topo do miolo. Bom estado geral. 416-IX páginas.

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