Bokay

Banalidades de Base

de: Raoul Vaneigem

Sinopse

Tradução de Celeste Viriato

O livro que ireis ler constitui a «primeira repercussão de um feito a acontecer». Vindo a lume nos n.° 7 e 8 do boletim da INTERNATIONAL SITUATIONNISTE, entre Abril de 1962 e Janeiro de 1963, já esteve (juntamente com A SOCIEDADE DO ESPECTÁCULO de Guy Debord e A ARTE DE VIVER PARA A GERAÇÃO NOVA do próprio Vaneigem) na origem do motim que em 1968 incendiou toda a Europa além-Pirinéus e países do Leste menos dóceis, com focos reflexos no Japão e nos Estados Unidos.
Na linhagem do autor, sublinhe-se as raízes hegelianas vistas à lupa bi-focal de Bakunine: ao perto, apelo ao imediato cumprimento do programa subversivo anunciado pela poesia; ao longe, a cerimónia fúnebre por uma sociedade cujos pilares assentam no trabalho pelo desapossamento, na mercadoria e na cega reprodução das forças produtivas, filhos legítimos do aviltamento, do tédio e da velhice programada.

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